Botafogo tenta acordo com Atlanta: John Textor pede mais prazo para evitar transfer ban
O Botafogo vive um momento delicado fora de campo ao tentar evitar um transfer ban da FIFA devido ao atraso no pagamento da contratação de Thiago Almada. Apesar de já ter quitado uma parcela de US$ 10 milhões, o clube ainda deve outras quatro de US$ 5 milhões, sendo uma já vencida. A situação está
soufogao.com
3/24/20262 min ler


Mesmo com o atraso no pagamento da segunda parcela pela contratação de Thiago Almada, vencida no último dia 15 de março, o Botafogo ainda não sofreu um novo transfer ban da FIFA.
De acordo com informações divulgadas pelo site Globo Esporte nesta terça-feira (24), a situação está sendo administrada nos bastidores graças a negociações conduzidas por John Textor com o Atlanta United, equipe que vendeu o jogador.
Ainda segundo a publicação, reuniões foram realizadas — algumas com a presença direta de Textor — e resultaram em um acordo verbal entre as partes. O entendimento prevê a extensão do prazo para o pagamento da dívida, evitando, ao menos por enquanto, que o clube norte-americano formalize um pedido de punição junto à FIFA.
Com isso, o Botafogo ganha tempo para regularizar a situação financeira e tenta evitar sanções que poderiam impedir o registro de novos jogadores nas próximas janelas de transferências.
Presente no sorteio da quinta fase da Copa do Brasil, realizado na sede da CBF, o diretor de gestão esportiva do Botafogo, Alessandro Brito, comentou a situação envolvendo o risco de transfer ban.
Segundo ele, a condução do caso está totalmente nas mãos de John Textor, que vem liderando as negociações com o Atlanta United. O dirigente destacou a confiança interna no trabalho do empresário norte-americano:
— O John que está resolvendo. Ele tem tido boas reuniões, não só com o Atlanta, mas pensando no futuro do Botafogo. Ele está bem otimista, é um apaixonado pelo clube. A questão administrativa a gente deixa na mão dele e fica tranquilo que ele vai dar o melhor — afirmou.
O Botafogo já efetuou o pagamento de uma parcela de US$ 10 milhões pela contratação de Thiago Almada, mas ainda precisa quitar outras quatro parcelas de US$ 5 milhões — sendo que uma delas já está vencida.
Diante desse cenário, o Atlanta United aceitou os argumentos apresentados pelo clube carioca, que envolvem dificuldades de fluxo de caixa, agravadas por questões internas entre a SAF e o clube social. A postura mais flexível dos norte-americanos tem sido determinante para evitar, até o momento, uma punição junto à FIFA.
